O mundo marginal do surf ferroviário
16 fevereiro, 2018

O mundo marginal do surf ferroviário

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Década de 90, subúrbio carioca, som funk. Trens superlotados nas estações mais distantes e pessoas amontoadas para tomarem o rumo do trabalho não era e ainda não é coisa muito chocante pra quem vive afastado dos grandes centros. Tal fator pode explicar o surgimento de jovens que se equilibram entre a vida e a morte em cima de vagões: os surfistas de trem. No entanto a existência deles não é tão simples de ser explicada.

Benson
6 fevereiro, 2018

Benson

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Edwin De La Rosa
1 fevereiro, 2018

Edwin De La Rosa

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Spray Daily – Turma do Burrifa
31 janeiro, 2018

Spray Daily – Turma do Burrifa

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O novo vídeo da série Traces do canal Spray Daily é com a “Turma do Burrifa” da Zona Norte de São Paulo. Não faltam burrifadas e atitude. Play!  

246 Crew (Japão)
29 janeiro, 2018

246 Crew (Japão)

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Pode-se dizer que a crew mais atuante de Tóquio se resume a três números: 246. Com nomes como Wanto, Tom e estrangeiros como Mkue e Zombra, a crew sobrevive na cidade que monitora e combate o graffiti de maneira ferrenha. Selecionamos algumas fotos para ter uma idéia de quem compõem o time:            

posted in: Graffiti Ásia
Gavin Watson
20 dezembro, 2017

Gavin Watson

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O londrino Gavin Watson comprou sua primeira câmera fotográfica aos 13 anos. Desde então tirou fotos de seus amigos e suas aventuras adolescentes. Descompromissadamente, Gavin acabou retratando uma fase importante da cultura Skinhead inglesa, do início dos anos 80.

Lixomania das Antigas
8 dezembro, 2017

Lixomania das Antigas

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A história secreta dos grafiteiros punks (por i-D)
5 dezembro, 2017

A história secreta dos grafiteiros punks (por i-D)

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O primeiro livro do escritor Freddy Alva intitulado “Urban Styles: Graffiti in New York Hardcore” é um mergulho num tempo onde subculturas e movimentos undergrounds (fora dos holofotes do mainstream de hoje em dia) se misturavam de maneira natural e única. Alva aborda as congruências da cena punk rock dos anos 80 com o movimento que literalmente devastava as ruas de Nova Iorque nos anos 70 e 80, o graffiti. Um momento único onde duas culturas marginais co-existiram e se complementaram. Muitos escritores que se aventuravam entre os yards também dançavam no tablado do CBGB. Simples assim.