2
Isak 44
26 agosto, 2017

Isak 44

Lorem ipsum dolor

Morador do Recreio dos Bandeirantes, pode-se dizer que João Marcello viveu a vida intensamente. Querido por muitos, o jovem de classe média da zona oeste carioca foi criado entre skatistas, surfistas, bailes funks, raves e é claro muitas praias, transitando bem em todas as áreas e colecionando amigos por onde passava. Fundador de uma das siglas mais importantes da cultura Xarpi (44 2x maluco), Isak, como era conhecido nas ruas, deixou além de lembranças muitos muros rabiscados pela cidade maravilhosa.

Tchentcho e Krellos
24 agosto, 2017

Tchentcho e Krellos

Lorem ipsum dolor

Tchentcho e Krellos formaram com certeza uma das maiores duplas da pixação paulista. Se não for a maior. Entre final dos anos 80 e começo dos anos 90, Messias e Mauro seriam responsáveis por feitos até hoje lembrados. Conhecidos por serem precursores na modalidade de pintar topos de prédios os dois escritores tem em seus currículos lugares como o Terraço Itália, Itaú da Rebouças, Edifício Barão de Rothschildlista, Copan, Edifício Banco do Brasil, Obelisco, Edifício Planalto, Shopping da Lapa e incontáveis outros picos. E olha que estamos falando de 90, 91…

PSP OSSO
29 junho, 2017

PSP OSSO

Lorem ipsum dolor
Lendas da Pixação: Toniolo
23 junho, 2017

Lendas da Pixação: Toniolo

Lorem ipsum dolor

Sérgio José Toniolo é uma figura excêntrica e por que não dizer também folclórica das ruas de Porto Alegre. Autodenominado maior pichador da capital gaúcha, o escritor começou sua trajetória nas ruas de maneira tardia, com 37 anos. Em uma época onde o Brasil respirava os ares mais densos da ditatura, o aposentado policial civil era também escritor assíduo das seções de “cartas ao leitor”dos principais veículos de comunicação do Brasil. Contraventor até em suas palavras escritas, a temática de suas crônicas era quase sempre a mesma: críticas ao modelo autoritário de governo instalado no Brasil e as injustiças vividas dentro do sistema policial no qual trabalhava.

Psicose (BIP)
21 junho, 2017

Psicose (BIP)

Lorem ipsum dolor

Mais um finado da pixação paulistana que marcou história com um rolê de muito estilo e atitude. Seus prédios e principalmente suas janelas são lembradas até hoje. Descanse em paz!

Recortes da Pixação – Haja Detergente! (Já Diário Popular)
14 junho, 2017

Recortes da Pixação – Haja Detergente! (Já Diário Popular)

Lorem ipsum dolor

Há mais de 17 anos a revista do Diário Popular (JÁ) publicava uma reportagem intitulada “Haja Detergente!” sobre a pichação que já assolava a cidade de São Paulo. Com depoimentos de nomes como Juneca, a reportagem mostra ainda fotos do antigo point do Anhangabaú, gírias da época e as tentativas frustadas de acabar com o movimento que se perpetua até os dias atuais. Uma viagem no tempo!  

Locura (Tarba)
31 maio, 2017

Locura (Tarba)

Lorem ipsum dolor

A palavra “Locura” não foi simplesmente escolhida ao acaso para dar nome a essa turma de pixação proveniente da Zona Leste de São Paulo. Frequentadores dos bailes da região, os amigos sempre acabavam arrumando confusões por onde passavam. “Isso é loucura!” diziam alguns integrantes. Tarba era um deles. Desde 1998 no rolê, o escritor, devido ao casamento, filhas e outras responsabilidades, passou mais de 10 anos longe dos sprays. Com sua volta em meados de 2011, Tarba se especializou na modalidade mais radical dentro do movimento: a escalada de prédios. Influenciado por nomes como Renan dos PODRS, o escritor se destacou na grife conhecida como “Os + Monstro” junto de amigos como OSCURURU (gds), FASTS, ROTA e PARCEIROS (Jack).

Juneca e Pessoinha
25 maio, 2017

Juneca e Pessoinha

Lorem ipsum dolor

Quem viveu de perto a década de 70 e 80 com certeza já se deparou com inscrições como as de “Juneca e Pessoinha” em diversos muros da cidade. “Juneca Pessoinha”, numa grafia básica, chegava a confundir as pessoas que muitas vezes imaginavam ser uma só pessoa por traz das duas palavras: “Pixamos até a cúpula da câmara do congresso Nacional em Brasilia. Andei pelo Brasil inteiro todos lugares estão marcados na memória.” – conta Juneca em uma entrevista. Numa época de CÃO FILA KM 32 e poucos rabiscos pela cidade, Juneca e Pessoinha, ainda moleques, ganhariam notoriedade pelo volume de seus rabiscos e passariam a ser procurados por autoridades públicas. Traga-me ele, vivo ou morto! disse o até então prefeito Jânio LEIA MAIS