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Lixomania Prezas
4 julho, 2017

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Recortes da Pixação – Haja Detergente! (Já Diário Popular)
14 junho, 2017

Recortes da Pixação – Haja Detergente! (Já Diário Popular)

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Há mais de 17 anos a revista do Diário Popular (JÁ) publicava uma reportagem intitulada “Haja Detergente!” sobre a pichação que já assolava a cidade de São Paulo. Com depoimentos de nomes como Juneca, a reportagem mostra ainda fotos do antigo point do Anhangabaú, gírias da época e as tentativas frustadas de acabar com o movimento que se perpetua até os dias atuais. Uma viagem no tempo!  

Juneca e Pessoinha
25 maio, 2017

Juneca e Pessoinha

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Quem viveu de perto a década de 70 e 80 com certeza já se deparou com inscrições como as de “Juneca e Pessoinha” em diversos muros da cidade. “Juneca Pessoinha”, numa grafia básica, chegava a confundir as pessoas que muitas vezes imaginavam ser uma só pessoa por traz das duas palavras: “Pixamos até a cúpula da câmara do congresso Nacional em Brasilia. Andei pelo Brasil inteiro todos lugares estão marcados na memória.” – conta Juneca em uma entrevista. Numa época de CÃO FILA KM 32 e poucos rabiscos pela cidade, Juneca e Pessoinha, ainda moleques, ganhariam notoriedade pelo volume de seus rabiscos e passariam a ser procurados por autoridades públicas. Traga-me ele, vivo ou morto! disse o até então prefeito Jânio LEIA MAIS

A Firma (Telo)
18 maio, 2017

A Firma (Telo)

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Telo dispensa comentários. Seu currículo nas ruas e sua morte precoce refletiu o lema que carregou durante bons anos da sua vida: a obsessão pela pixação. Não é raro encontrar até hoje seu rolê em agendas, pedrinhas ou pastilhas que datam da década de 90, anos que Serginho como era conhecido, mergulharia no mundo do preto fosco. Paz!

Xuim
11 maio, 2017

Xuim

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Marcelo “Xuim” é um dos precursores da pixação em São Paulo. Assim como Tchentcho e #DI#, Xuim fez história ao pixar prédios já no início da década de 90. Original da Z/O da cidade, Marcelo fez feitos históricos como pixar o Edifício Itália, na época um dos maiores do Brasil. Como curiosidade “xuim” é um apelido de infância, uma abreviação da expressão “pixain”.  

Lin, o animal
10 maio, 2017

Lin, o animal

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Um dos mais importantes pixadores da história, LIN iniciou sua trajetória nas ruas no final dos anos 80. Símbolo da grife OS*RGS (Os Registrados no Código Penal), LIN não é conhecido como “o animal” à toa. Ele foi um dos mais influentes e atuantes pichadores dos anos 90, não deixando dúvidas quanto sua participação na história do movimento. Como curiosidade, o nome “LIN” que inicialmente não tinha qualquer significado, com o passar do tempo representou siglas: (L)ouco e (IN)igualável e posteriormente (L)oucura (IN)curável, sua última e definitiva versão. a

#DI#
9 maio, 2017

#DI#

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Edmilson ou #DI# como foi imortalizado, talvez seja a maior de todas as lendas da pixação paulistana. Não há um pixador hoje, mesmo anos depois de sua morte há 15 anos, que não lembre ou tenha ouvido falar dele. Respeitado e admirado por muitos, Di nasceu e morreu pixando. Há quem diga que sua misteriosa morte, na porta do colégio onde estudava em Osasco não teve relação direta com a pixação mas até hoje ninguém sabe ao certo dizer Em sua trajetória #DI# chegou a pichar prédios famosos como o Conjunto Nacional, a Ponte dos Remédios e a Mansão dos Matarazzo, locais esses que lhe renderam reportagens em jornais e revistas renomadas de São Paulo. Abaixo seguem algumas fotos antigas LEIA MAIS

Lançamento “Xarpi: Um Registro Sobre a Pixação no Rio de Janeiro”
14 março, 2017

Lançamento “Xarpi: Um Registro Sobre a Pixação no Rio de Janeiro”

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Depois de quase sete anos de pesquisa e estudos sobre o movimento do Xarpi, João Marcelo de Carvalho apresenta o livro “Xarpi: Um Registro Sobre a Pixação no Rio de Janeiro”. Com 160 páginas e acabamento em brochura, o livro reúne mais de 1.400 fotografias de xarpis que estiveram presentes nos muros do Rio nas décadas de 70, 80 e 90. Em meio a polêmicas envolvendo a arte de rua em São Paulo o designer, que também já foi pichador, foi na contramão e contou com a ajuda de nomes como Clécio Freitas e Daniela Dias para a elaboração do grande projeto. De “Celacanto provoca maremoto” até os tempos áureos do xarpi, o livro conta em ordem cronológica como o movimento se desenvolveu e cresceu na cidade carioca. Mesmo no começo do ano,”Xarpi: Um Registro Sobre a Pixação no Rio de Janeiro” já pode ser considerado um dos grandes lançamentos de 2017. Ótima indicação.