2
Os Cururu em Nova Iorque
13 abril, 2018

Os Cururu em Nova Iorque

Lorem ipsum dolor

Selecionamos algumas fotos do escritor “GDS” na terra do Tio Sam! Veja o que ele anda fazendo por lá! Cortesia das fotos: Martinez Gallery  

CATEGORIA: Pixação
Locura (Tarba)
31 maio, 2017

Locura (Tarba)

Lorem ipsum dolor

A palavra “Locura” não foi simplesmente escolhida ao acaso para dar nome a essa turma de pixação proveniente da Zona Leste de São Paulo. Frequentadores dos bailes da região, os amigos sempre acabavam arrumando confusões por onde passavam. “Isso é loucura!” diziam alguns integrantes. Tarba era um deles. Desde 1998 no rolê, o escritor, devido ao casamento, filhas e outras responsabilidades, passou mais de 10 anos longe dos sprays. Com sua volta em meados de 2011, Tarba se especializou na modalidade mais radical dentro do movimento: a escalada de prédios. Influenciado por nomes como Renan dos PODRS, o escritor se destacou na grife conhecida como “Os + Monstro” junto de amigos como OSCURURU (gds), FASTS, ROTA e PARCEIROS (Jack).

Um rolê com Lixomania em Nova Iorque
9 julho, 2016

Um rolê com Lixomania em Nova Iorque

Lorem ipsum dolor

Recebemos um convite para expormos trabalhos dentro de uma galeria em Nova Iorque. Um desafio para todos. Desembarcamos dia 1 de março no aeroporto JFK, conhecido aeroporto da cidade. Devia ser por volta das cinco horas da manhã. Levantamos vôo em meio ao calor de verão brasileiro e aterrissamos numa cidade que ainda respirava o inverno rigoroso. Num grupo de oito amigos, nos dividimos para encararmos a entrevista da imigração, o primeiro passo para entrar nos Estados Unidos.

Carla Arakaki Shoots #3 – Os Cururu, Aboa, Rota e Febre (Exclusivo)
31 maio, 2016

Carla Arakaki Shoots #3 – Os Cururu, Aboa, Rota e Febre (Exclusivo)

Lorem ipsum dolor

1h30 da manhã. Carla e mais quatro rapazes se dirigem a linha do trem. Paralela aos trilhos se encontra a fábrica de uma conhecida montadora, o alvo da noite. Guedes, Bino, Maré e Rafa dividem os espaços minutos antes de subir para fazerem seus rabiscos. “Estava apreensivo e com medo de ser visto pelos maquinistas dos trem naquela hora da madrugada” conta Bino, pixador da turma ABOA desde 1997. A fotógrafa, experientes em situações como essa, registrava de longe os primeiros passos. “Lembro de chegar e ouvir os meninos reclamarem do tempo que iam demorar fazendo o pixo. Fotografei a subida e fui me esconder porque o barulho que fizeram atraiu os seguranças que ficaram um tempão passando a lanterna na linha do trem e ali embaixo” explana.