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Lin, o animal
10 maio, 2017

Lin, o animal

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Um dos mais importantes pixadores da história, LIN iniciou sua trajetória nas ruas no final dos anos 80. Símbolo da grife OS*RGS (Os Registrados no Código Penal), LIN não é conhecido como “o animal” à toa. Ele foi um dos mais influentes e atuantes pichadores dos anos 90, não deixando dúvidas quanto sua participação na história do movimento. Como curiosidade, o nome “LIN” que inicialmente não tinha qualquer significado, com o passar do tempo representou siglas: (L)ouco e (IN)igualável e posteriormente (L)oucura (IN)curável, sua última e definitiva versão. a

#DI#
9 maio, 2017

#DI#

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Edmilson ou #DI# como foi imortalizado, talvez seja a maior de todas as lendas da pixação paulistana. Não há um pixador hoje, mesmo anos depois de sua morte há 15 anos, que não lembre ou tenha ouvido falar dele. Respeitado e admirado por muitos, Di nasceu e morreu pixando. Há quem diga que sua misteriosa morte, na porta do colégio onde estudava em Osasco não teve relação direta com a pixação mas até hoje ninguém sabe ao certo dizer Em sua trajetória #DI# chegou a pichar prédios famosos como o Conjunto Nacional, a Ponte dos Remédios e a Mansão dos Matarazzo, locais esses que lhe renderam reportagens em jornais e revistas renomadas de São Paulo. Abaixo seguem algumas fotos antigas LEIA MAIS

Vinga
5 maio, 2017

Vinga

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Vinga? Em qualquer point ou discussão entre pixadores de São Paulo o nome do carioca com certeza sequer seria mencionado entre os maiores escritores urbanos que já se teve registro. Mas na cidade maravilhosa a história é diferente. Tido como lenda e respeitado pelas suas inúmeras façanhas, o nome pouco lembrado pelos paulistas é quase unanimidade quando o assunto é xarpi. E não é a toa. Vinga fez miséria nos anos 90. Vinga: o pixador mais procurado do Rio de Janeiro De paradeiro desconhecido por muitos, o carioca foi noticiário de jornais e imprensa por deixar suas marcas em lugares como o relógio da Central do Brasil (fato que se consumou duas vezes numa mesma semana), igrejas, prédios famosos, monumentos LEIA MAIS

Treme-Treme

Treme-Treme

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Cartão postal da pixação de São Paulo, o edifício São Vito ou “treme-treme”, foi demolido pela prefeitura de Kassab em 2011. O antigo e lendário edifício da Avenida do Estado guardava histórias e principalmente marcas por todos os seus 27 andares. Símbolo do lado sujo da capital paulistana, o “treme-treme” era tido por muitos pixadores como o prédio mais pixado do mundo, com uma imensa “agenda” vertical. Fotos: Cleber Zerrenner e Nilton Fukuda.

A pré-história do Pixo: Cão Fila Km 26
3 maio, 2017

A pré-história do Pixo: Cão Fila Km 26

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Muros, pontes, viadutos, mourões, pedras, barrancos – praticamente não há superfície sólida no país a salvo da rústica, enigmática inscrição “Cão Fila km 26”. De São Paulo, alastrou-se por outros estados e, hoje, aparece até na região portuária de Manaus. “O cão de fila vai ficar conhecido como banana” sentencia Antenor Lara Campos. O “Tozinho”, de tradicional e abastarda família paulistana. Em seu modesto e caótico escritório, numa ilhota particular da poluía represa Billings, à altura do quilometro 26 a Estrada de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, alfinetes de cabeça colorida assinalam em mapas pregados nas paredes a expansão nacional as inscrições. “Estudei táticas de guerra em livros e revistas”, explica ele. “É preciso atacar pelos flancos LEIA MAIS

VGN
2 maio, 2017

VGN

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Álbum de Figurinhas – SÓPIXO

Álbum de Figurinhas – SÓPIXO

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Lançado em 2003 pelos pixadores WLM e Japão, o albúm “SóPixo” virou febre entre os escritores urbanos de São Paulo. Entre as lendas que estampavam as figurinhas, estavam ninguém menos que VGN, LIXOMANIA, HOMICIDAS, CANIBOYS, TRONGS, OSBV, BATS, LDA7 entre outros. O álbum era vendido na Galeria 24 de Maio (Galeria do Rock), no centro de São Paulo. O sucesso foi tão grande que o segundo volume chegou a ser lançado posteriormente. Abaixo algumas fotos do álbum e do dia em que foi lançado:

Lançamento “Xarpi: Um Registro Sobre a Pixação no Rio de Janeiro”
14 março, 2017

Lançamento “Xarpi: Um Registro Sobre a Pixação no Rio de Janeiro”

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Depois de quase sete anos de pesquisa e estudos sobre o movimento do Xarpi, João Marcelo de Carvalho apresenta o livro “Xarpi: Um Registro Sobre a Pixação no Rio de Janeiro”. Com 160 páginas e acabamento em brochura, o livro reúne mais de 1.400 fotografias de xarpis que estiveram presentes nos muros do Rio nas décadas de 70, 80 e 90. Em meio a polêmicas envolvendo a arte de rua em São Paulo o designer, que também já foi pichador, foi na contramão e contou com a ajuda de nomes como Clécio Freitas e Daniela Dias para a elaboração do grande projeto. De “Celacanto provoca maremoto” até os tempos áureos do xarpi, o livro conta em ordem cronológica como o movimento se desenvolveu e cresceu na cidade carioca. Mesmo no começo do ano,”Xarpi: Um Registro Sobre a Pixação no Rio de Janeiro” já pode ser considerado um dos grandes lançamentos de 2017. Ótima indicação.