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ENTREVISTA / INTERVIEW – OJAE
12 dezembro, 2016

ENTREVISTA / INTERVIEW – OJAE

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Em parceria com o blog Tags and Throws, Beside Colors lança, em versão bilingue, uma entrevista com o grafiteiro Ojae. Escritor desde a década de 80, Oj conta um pouco de sua relação com Nova Iorque, sua infância pobre, seus parceiros de rolê e a como funciona a cena do graffiti americano.

Entrevista – Gomes
7 novembro, 2016

Entrevista – Gomes

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Nas ruas desde o começo dos anos 2000, Gomes ficou conhecido por escrever seu nome, quase sempre azul claro, em incontáveis laterais de prédios por São Paulo. Integrante da turma TWS, o escritor relata ao BC um pouco da sua história e porque, apesar de todas as histórias passadas, ainda vale mais a pena ver a cidade lá de cima.

ENTREVISTA – NEVS
30 setembro, 2016

ENTREVISTA – NEVS

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Integrante das crews Linha 163 e PV, o escritor paulistano da turma NEVS conta em entrevista exclusiva ao Beside Colors sua trajetória dentro do graffiti, seu trabalho com tipografia fora das ruas e sua visão do movimento Hip Hop. Envolvido com a arte urbana desde cedo, o “escritor vagabundo” relembra fatos do graffiti na década de 90 e coleciona histórias marcantes como uma fuga dentro de um cemitério em Buenos Aires.

Entrevista – Dino
26 julho, 2016

Entrevista – Dino

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A alguns dias que antecedem a exposição “#DI#: Pixar é Humano”, Dino, veterano das ruas, conta em entrevista exclusiva ao BC um pouco de sua trajetória e de sua amizade com Edmilson Macena de Oliveira, o #DI#, considerado por muitos como o maior Pixador da década de 90.

Carla Arakaki Shoots #3 – Os Cururu, Aboa, Rota e Febre (Exclusivo)
31 maio, 2016

Carla Arakaki Shoots #3 – Os Cururu, Aboa, Rota e Febre (Exclusivo)

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1h30 da manhã. Carla e mais quatro rapazes se dirigem a linha do trem. Paralela aos trilhos se encontra a fábrica de uma conhecida montadora, o alvo da noite. Guedes, Bino, Maré e Rafa dividem os espaços minutos antes de subir para fazerem seus rabiscos. “Estava apreensivo e com medo de ser visto pelos maquinistas dos trem naquela hora da madrugada” conta Bino, pixador da turma ABOA desde 1997. A fotógrafa, experientes em situações como essa, registrava de longe os primeiros passos. “Lembro de chegar e ouvir os meninos reclamarem do tempo que iam demorar fazendo o pixo. Fotografei a subida e fui me esconder porque o barulho que fizeram atraiu os seguranças que ficaram um tempão passando a lanterna na linha do trem e ali embaixo” explana.

Entrevista – VERSUS Crew (10 Anos)
19 maio, 2016

Entrevista – VERSUS Crew (10 Anos)

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Criada em São Paulo a respeitáveis 10 anos, a crew Versus ganhou repercussão nacional e de mídias estrangeiras por seus feitos grandiosos nas ruas (no sentido literal da palavra mesmo). Conhecidos por serem praticantes do chamado “ultravandalismo” que envolve extintores na prática do graffiti, a turma conta ao Beside Colors, um pouco da sua história, suas referências e como se aturaram todos esses anos juntos. 01 – Como surgiu e qual o significado da palavra VERSUS? Surgiu do jogo de fliperama Street Fighter. Na época existia um lugar na Vila Mariana(Bairro de São Paulo) onde muitos escritores “colavam” pra jogar. Foi ai que o “Amém” (que atualmente assina Crock) inventou o nome. Toda vez que ele e o “Punk” íam LEIA MAIS

Carla Arakaki Shoots #2 – Sustos e Profecia (Exclusivo)
11 fevereiro, 2016

Carla Arakaki Shoots #2 – Sustos e Profecia (Exclusivo)

Na segunda matéria da série, a fotógrafa Carla Arakaki acampanhou de perto dois escritores tarimbados das ruas paulistanas. Pertencentes a duas turmas antigas de São Paulo, Profecia e Sustos, a dupla dispensa comentários quando o assunto é pixação. Sob o vulgo de “GG” e “Guto”, a empreitada desta vez foi um local conhecido a muitos anos por ambos: o topo de um prédio.

ENTREVISTA – SNIF ORC
1 fevereiro, 2016

ENTREVISTA – SNIF ORC

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Em mais uma entrevista exclusiva, Snif conta ao Beside Colors um pouco da sua trajetória nas ferrovias brasileiras. São muitas experiências boas e outras nem tanto de um escritor que dedicou mais de 15 anos ao graffiti e sua essência. 01 – Qual foi a primeira vez que você ouviu falar em graffiti? Já tinha idéia do que ele poderia representar na sua vida? Um amigo na escola me mostrou uma revista de graffiti, a “FIZ”, em 1997/1998. Eu também ficava “lendo” pixações em 1999, nessa época eu já fazia alguns “riscos” nas ruas, mas não tinha idéia do que viveria pelo graffiti. 02 – Qual a origem do nome Snif? Tirei o nome dos gibis, “Snif” é uma figura de linguagem, uma onomatopéia. LEIA MAIS